Esta Ilha é Toda Minha!!!

Alarmantes, desarmantes e chocantes. Eis como defino as intervenções públicas do Dr. Alberto João Jardim. Alarmantes porque nos mostram Governos Centrais sem força. O Dr. até se permitiu afirmar publicamente o seguinte: "...Não sei se Portugal Continental ainda tem barcos de guerra para ocupar a ilha.... Eu respondo: - A Marinha de Guerra Portuguesa tem muito poucos barcos; o que tem são navios. Suficientes para ocupar a Ilha? Claro que temos Sr. Dr. e ainda sobram.
O Dr. já decidiu que caso a Lei das Incompatibilidades seja aprovada pela Assembleia da República esta não será aplicada na Madeira, e comentou: "Quem quiser que invada a Ilha". Em relação a esta matéria diz que Cavaco Silva é uma pessoa de bom senso. Já se esqueceu de quando dizia precisamente o oposto.
As suas intervenções são desarmantes porque o homem diz o que lhe dá na real gana sem olhar a quem. "Penso, logo digo" poderia ser o seu lema à la maniére Cartesiana. Isto num político é de se ficar de braços em baixo. O homem recusa-se a ser hipócrita e mentiroso em exagero, o que num Homo Politicus é de gabar.
São chocantes porque está careca de nos dizer sem mandar recado por ninguém que lá na Ilha quem manda é ele e ponto final. O estranho é que seja qual for o Partido Político que esteja a constituir Governo nunca mostre uma atitude de firmeza clara e objectiva. Há que provar a este Senhor que o estatuto de autonomia tem limites, o problema é que ele os excede com a aparente conivência dos próprios e sucessivos Governos Centrais, tem um estatuto de inimputabilidade que leva a questionar se o homem não será um sociopata furioso ou um esquizofrénico zeloso. Este Sr. lembra-me um verso de uma cantilena que a Juventude Hitleriana arengava: "... Se não fores meu irmão parto-te a cara...", ou seja, se não és dos meus és contra mim.
Os media designam-no muitas vezes por o Senhor da Madeira, por algum motivo será e não me parece que a ironia contenha todo o aparato deste cognome. Porque não D. Alberto João, "O Prepotente"?
Confesso que uma pontinha da minha pessoa admira o homem pela coragem desmedida (louca?) pela frontalidade por vezes absurda, pela recusa da subtileza reptiliana a que a restante classe política já nos habituou.
Cuidado D. Alberto, cuidado que a Espanha espreita. Não queira que aconteça à Madeira o que aconteceu a Timor. Não nos queriam lá e depois levaram com o Gigante Indonésio em cima o que lhes foi muitíssimo mais adverso. E confessemos que Isla de la Madera soa muito mais mal do que Ilha da Madeira (não julguem que me esqueço da linda Ilha de Porto Santo).
O "Nesta Ilha Mando Eu" já vai fartando. Mas quando aparecerá alguém com os coisos no sítio que lhe mostre que naquela Ilha mandam os Madeirenses, ou seja, os Portugueses e não um pseudo-monárquico, ou se preferirem um monárquico de pacotilha.
O Dr. já decidiu que caso a Lei das Incompatibilidades seja aprovada pela Assembleia da República esta não será aplicada na Madeira, e comentou: "Quem quiser que invada a Ilha". Em relação a esta matéria diz que Cavaco Silva é uma pessoa de bom senso. Já se esqueceu de quando dizia precisamente o oposto.
As suas intervenções são desarmantes porque o homem diz o que lhe dá na real gana sem olhar a quem. "Penso, logo digo" poderia ser o seu lema à la maniére Cartesiana. Isto num político é de se ficar de braços em baixo. O homem recusa-se a ser hipócrita e mentiroso em exagero, o que num Homo Politicus é de gabar.
São chocantes porque está careca de nos dizer sem mandar recado por ninguém que lá na Ilha quem manda é ele e ponto final. O estranho é que seja qual for o Partido Político que esteja a constituir Governo nunca mostre uma atitude de firmeza clara e objectiva. Há que provar a este Senhor que o estatuto de autonomia tem limites, o problema é que ele os excede com a aparente conivência dos próprios e sucessivos Governos Centrais, tem um estatuto de inimputabilidade que leva a questionar se o homem não será um sociopata furioso ou um esquizofrénico zeloso. Este Sr. lembra-me um verso de uma cantilena que a Juventude Hitleriana arengava: "... Se não fores meu irmão parto-te a cara...", ou seja, se não és dos meus és contra mim.
Os media designam-no muitas vezes por o Senhor da Madeira, por algum motivo será e não me parece que a ironia contenha todo o aparato deste cognome. Porque não D. Alberto João, "O Prepotente"?
Confesso que uma pontinha da minha pessoa admira o homem pela coragem desmedida (louca?) pela frontalidade por vezes absurda, pela recusa da subtileza reptiliana a que a restante classe política já nos habituou.
Cuidado D. Alberto, cuidado que a Espanha espreita. Não queira que aconteça à Madeira o que aconteceu a Timor. Não nos queriam lá e depois levaram com o Gigante Indonésio em cima o que lhes foi muitíssimo mais adverso. E confessemos que Isla de la Madera soa muito mais mal do que Ilha da Madeira (não julguem que me esqueço da linda Ilha de Porto Santo).
O "Nesta Ilha Mando Eu" já vai fartando. Mas quando aparecerá alguém com os coisos no sítio que lhe mostre que naquela Ilha mandam os Madeirenses, ou seja, os Portugueses e não um pseudo-monárquico, ou se preferirem um monárquico de pacotilha.